O mate em outros países

O volume total das exportações brasileiras na última década do século XX chega a 26 mil toneladas, das quais mais de 80% são de mate beneficiado. O Uruguai é o principal importador da erva mate brasileira, respondendo por 81% das vendas. O Chile é o segundo comprador, com 13%, e a Alemanha e o Paraguai são responsáveis por 3% das importações da erva mate brasileira. A Argentina ocupa uma condição especial, fazendo parceria com o Brasil no fornecimento de erva mate cancheada.

 

O mercado latino-americano - Uruguai, Paraguai e Chile - continua sendo o mais forte, mas já existe um fornecimento constante de erva mate brasileira para a Alemanha, onde é vendida como produto medicinal. A Argentina vende para a Síria, onde o mate é consumido como chimarrão, 38% de sua produção. Os Estados Unidos, Canadá e Japão, países onde o hábito foi introduzido pelos brasileiros lá residentes, também aparecem na lista dos importadores. Fora da América Latina, o hábito de matear é individual. A roda de chimarrão continua sendo um costume da terra dos guaranis.

 

Os avios modernos

Alguns dos elementos da roda de chimarrão, antes considerados indispensáveis, foram substituídos sem alterar seu espírito. Assim aconteceu com a chaleira, que caiu em desuso pela dificuldade de encontrar, nas cidades, locais adequados para aquecer a água. A adoção da garrafa térmica deu maior mobilidade ao mateador e, de certo modo, “urbanizou” a roda de chimarrão, que hoje pode ser formada em praças, esquinas ou escritórios sem qualquer dificuldade.

Para transportar os apetrechos do mateador moderno existem vários tipos de bolsas, com lugares estabelecidos e adequados para guardar a erva mate, a cuia, a bomba, o porta-cuia e a garrafa térmica. O bom mateador, solito ou de roda, pode levar seus avios elegante e organizadamente para qualquer lugar.

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